Trabalho

Rendimento médio do trabalhador em Goiás chega a R$ 3.946 e supera média nacional

Estado registra taxa de desocupação de 4% no segundo trimestre, abaixo do índice nacional de 5,4%

O rendimento médio mensal real habitual dos trabalhadores em Goiás chegou a R$ 3.946 no segundo trimestre de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O valor é 5,6% superior à média nacional, de R$ 3.738.

Na comparação com o segundo trimestre de 2025, o rendimento médio no Estado passou de R$ 3.618 para R$ 3.946, crescimento real de aproximadamente 9,1%. No mesmo período, a média nacional avançou 2,8%.

O mercado de trabalho goiano também apresentou redução na taxa de desocupação. O índice caiu de 5,1% no primeiro trimestre para 4% no segundo trimestre, enquanto a média brasileira ficou em 5,4%. Com o resultado, Goiás registrou a oitava menor taxa de desemprego entre as 27 unidades da Federação.

A força de trabalho no Estado foi estimada em cerca de 4,05 milhões de pessoas, das quais 3,884 milhões estavam ocupadas. A taxa de subutilização também alcançou seu menor nível da série histórica da pesquisa, com 8%.

Entre os setores com maior número de trabalhadores estão o comércio, com 867 mil ocupados; administração pública, educação, saúde e serviços sociais, com 630 mil; e indústria geral, com 481 mil trabalhadores.

Emprego formal também avança

Os dados da PNAD Contínua acompanham o desempenho positivo registrado no mercado formal. Segundo o Novo Caged, Goiás criou 44.316 empregos com carteira assinada entre janeiro e junho de 2026.

No período, foram registradas 534.145 admissões e 489.829 desligamentos. O estoque de empregos formais no Estado teve crescimento de 2,88%.

O saldo colocou Goiás na liderança da geração de empregos formais entre os estados do Centro-Oeste no primeiro semestre, à frente de Mato Grosso, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.

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