O ministro Ricardo Lewandowski deu 5 dias ao governo federal para explicar a exigência de prescrição médica e informar o cronograma vacinal das crianças.
Prazo mínimo caiu de cinco para quatro meses após a segunda dose; ministério recomenda uso da Pfizer. Mesmo intervalo valerá para novo reforço em pessoas com baixa imunidade.
Dose adicional estava sendo aplicada em idosos, profissionais de saúde e pessoas imunossuprimidas. Agora, todos os adultos poderão tomar, com intervalo de cinco meses.