Governador explica que Fundo de Investimento em Infraestrutura em Goiás é uma contribuição facultativa, com duração de 4 anos. Movimentação do recurso terá transparência como princípio e gestão será partilhada entre poder público e iniciativa privada.
Votação dos dois projetos de lei que criam um fundo de infraestrutura com contribuição paga pelo agronegócio, o Fundeinfra, dominou os debates na Alego, pelo segundo dia consecutivo.
Fundo de Infraestrutura de Goiás surge da necessidade de manter e ampliar os investimentos na infraestrutura do estado em momento de perda de arrecadação com a alteração na alíquota de ICMS dos combustíveis.
Equipamento, com capacidade de corte de até 10 mil peças por dia, é quinto entregue no Estado e vai atender micro e pequenos empresários, cooperativas e associações.
Operação envolve recursos não utilizados do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) e depende de aprovação do Ministério do Desenvolvimento Regional. Mais de dois mil empresários e produtores rurais podem ser beneficiados.
Ao anunciar sua saída da Sead, pasta que esteve à frente desde 2019, Bruno D'Abadia enalteceu os avanços da gestão do governador Ronaldo Caiado e a parceria com os servidores da Secretaria.